"Por que concordarmos quando divergimos?"

"Por que concordarmos quando divergimos?"

O EU-POLÊMICO

O que confere a alguém o adjetivo de polêmico? quer dizer, o que se tem em mente quando se diz: fulano de tal é polêmico?! em primeiro lugar, o polêmico é inconveniente. ele não é bem vindo porque perturba a ordem supostamente natural das coisas. só que a ordem das coisas sempre beneficia alguém. ou algum grupo... (uma elite?) Maquiavel disse que existem três tipos de pessoas: as que entendem o mundo através de suas próprias observações; as que entendem o mundo através das explicações dos outros e as que não entendem nada... o polêmico faz parte daquele primeiro grupo. mas não basta ser perspicaz e compreender as coisas: é preciso questioná-las na busca incessante de transformar o status quo em benefício do bem comum. talvez Sócrates tenha sido o primeiro polêmico. sua insistência em questionar as pessoas em público, em desnudar em praça pública seus preconceitos e falsos dogmas, muitas vezes envergonhando-as, pode ter atraído para ele a reprovação dos homens de seu tempo, mas seu modo de pensar transformou profundamente a civilização ocidental. por isso o senso crítico, a não aceitação do politicamente correto possa, num primeiro momento, trazer inconvenientes, porém é preciso compreender que muitas vezes o desenvolvimento da sociedade se dá em virtude do conflito de idéias e nunca haverá conflito se todos aceitam tudo o que o senso comum produz.

DA UNIÃO E DESUNIÃO OU O SINDITATO FRAGMENTÁRIO


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Por que a GMF tem tantos sindicatos? porque amizades são desfeitas e tantas acusações são feitas entre pessoas que deveriam estar unindo forças em prol do bem comum da instituição?

A resposta para o primeiro questionamento é que essa quantidade de sindicatos é reflexo da divergencia de interesses dentro da GMF. As mais variadas "facções" que compõe a Guarda Municipal estão mais preocupadas com a satisfação dos seus "microinteresses" do que com uma efetiva mudança estrutural dentro da instituição.

É por isso que que não nos surpreendemos quando nos deparamos com situações em que sindicatos, que se mantêm às custas do nosso dinheiro atuando contra nossos interesses.

Se pelotão X faz extra, pelotão Y inveja e o GD patrimonial faz beicinho; Uns querem armamento enquanto outros são contra; Estes apoiam o Vereador outros são pelo Capitão (Vejam só!); este foi promovido, aquele não foi: e uma infinidade de outros conflitos internos.

E aí entra a figura do sindicato ( ou sindicatos )... Na hora de meter a colher nessa sopa, que partido tomar?

É preciso portanto que haja uma convergência de orientações e objetivos para que tenhamos uma representação forte, eficiente, capaz de fazer frentes aos interesses contrários e exteriores à nossa instituição, porque eles existem e são muitos. Se Karl Marx fosse Guarda ele diria: Guardas Municipais de Fortaleza, uní-vos!

obs: Quanto ao segundo questionamento, é bem verdade que eu sei, porém não direi aqui.


1 comentários para "DA UNIÃO E DESUNIÃO OU O SINDITATO FRAGMENTÁRIO"

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